Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais  - 96 anos
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Antiga Fachada do Comando-Geral
 
 
 
 
 
 
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Bombeiros - Notícias em destaque
 
 
 
  Nesta página estão disponíveis informações institucionais sobre o CBMMG, história, legislação, projetos culturais, etc. Clique nos links abaixo e confira.  
   
   
   
   
   
   
   
   
     
  Missão  
 
Prestação dos serviços de prevenção contra sinistro, proteção, socorro e salvamentos, sempre atendendo de forma eficiente e ágil, os cidadãos em todo o território mineiro, atuando de forma integrada com os órgãos do Sistema de Defesa Social e sociedade, visando à melhoria da qualidade de vida e o exercício pleno da cidadania.
 
     
  Negócio  
 
Qualidade de vida por meio de ações de proteção pública.
 
     
  Visão  
 
Ser reconhecido como excelência na prestação de serviços especializados de prevenção e proteção a comunidade.
 
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  Objetivo  
 
Coordenar e executar ações de defesa civil, prevenção e combate a incêndio, perícias de incêndio, busca e salvamento e estabelecimento de normas relativas à segurança das pessoas e de seus bens contra incêndio ou qualquer tipo de catástrofe.
 
     
  Competências  
 

Coordenar e executar as ações de defesa civil, proteção e socorrimento públicos, prevenção e combate a incêndio, perícias de incêndio e explosão em locais de sinistro, busca e salvamento;

Atender a convocação, à mobilização do Governo Federal, inclusive em caso de guerra externa ou para prevenir grave perturbação da ordem ou ameaça de sua irrupção, subordinando-se à Força Terrestre para emprego em suas atribuições específicas de Corpo de Bombeiros Militar e como participante da defesa interna e territorial;

Coordenar a elaboração de normas relativas à segurança das pessoas e dos seus bens contra incêndios e pânico e outras previstas em lei, no Estado;

Exercer a polícia judiciária militar, relativamente aos crimes militares praticados por seus integrantes ou contra a instituição Corpo de Bombeiros Militar, nos termos da legislação federal específica;

Incentivar a criação de Bombeiros não militares e estipular as normas básicas de funcionamento e de padrão operacional;

Exercer a supervisão das atividades dos órgãos e das entidades civis que atuam em sua área de competência;

Aprimorar os recursos humanos, melhorar os recursos materiais e buscar novas técnicas e táticas que propiciem segurança à população.

 
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  Histórico  
 
A Corporação de Bombeiros de Minas Gerais, originou-se de uma simples seção e, através dos tempos, segue modificando sua estrutura original. Vem crescendo e transformando as regras do comportamento humano, descortinado as nossas reais e imensas necessidades de prevenir contra os riscos que nos ameaçam abrindo, assim, o leque de possibilidades com suas atividades. Obtenha mais informações sobre a história dos Bombeiros clicando nos tópicos abaixo:
 
 

 

 
   
   
   
   
   
     
 

Origem e evolução

A origem do Corpo de Bombeiros Militar do Estado de Minas Gerais, inclusive legislação específica, remonta aos tempos da construção da capital, conforme a "História Média de Belo Horizonte" do historiador Abílio Barreto, edição de 1936.

Pela Lei Nr 557 de 31 de agosto de 1911, assinada pelo então Presidente Júlio Bueno Brandão, autorizando ao Executivo dispensar a quantia de vinte contos de réis para organizar a Seção de Bombeiros Profissionais, aproveitando o pessoal da Guarda-Civil.

Em 08 de maio de 1912, Américo Ferreira Lopes, Chefe da Polícia do Estado, providenciou o cumprimento da Lei 557, determinando o seguimento na mesma data de uma turma de guardas-civis para o Rio de Janeiro, a fim de estagiar no Corpo de Bombeiros do Distrito Federal.

A 30 de agosto de 1912, por meio do Decreto Nr 584, a Seção de Bombeiros foi aumentada para uma Companhia de Bombeiros e incorporada a Força Pública com o seguinte efetivo: um Capitão, um Tenente, dois Alferes, um 1º Sargento, dois 2º Sargentos, um Furriel, seis Cabos de esquadras, um Cabo-clarim, seis Anspensados, quatro Clarins e 27 Soldados, num total de 54 homens.

Fardados de Bombeiros, retornaram do estágio os 13 guardas, sob a chefia do guarda José Inácio Martins, mas não foram aproveitados no mister, sendo então, enviada nova turma de 15 guardas-civis ao Rio de Janeiro, tendo os mesmos regressados a 09 de fevereiro de 1913, não sendo entretanto, aproveitados, pelo que se foi providenciada a vinda do Rio de Janeiro, de um oficial instrutor do Corpo de Bombeiros do Distrito Federal.

O primeiro comandante da Cia de Bombeiros foi designado em 1913 sendo o Capitão Antônio Augusto de Oliveira Jardim que comandou no período de 30 de agosto de 1912 a 15 de maio de 1915 e ficou encarregado de organizar a citada companhia anexada ao 1º Batalhão da Força Pública do qual foi separada novamente em 1º de outubro de 1914, sendo anexada em 18 de maio de 1915 como Seção de Bombeiros à Primeira Companhia do Primeiro Batalhão da Força Pública. Ainda no ano de 1915, o Estado contratou um oficial de Bombeiros do Distrito Federal para instruir e orientar tecnicamente a Seção de Bombeiros. Este oficial foi o Alferes João de Azevedo Teixeira.

Até no ano de 1920, a organização de Bombeiros teve sua sede anexa às dependências do Quartel do 1º Batalhão. Nesse ano, a maior parte da administração

mudou para a esquina das ruas Aimorés com Rio Grande do Norte, ficando a garagem no Quartel do 1º Batalhão.

Em 27 de julho de 1926, o Presidente Antônio Carlos de Andrade assinou o Decreto-Lei Nr 7297, determinando que a Seção de Bombeiros fosse organizada com os elementos pertencentes à 4ª Companhia do 1º Batalhão, ficando a mesma aumentada para uma Companhia com o nome de Companhia dos Sapadores Bombeiros (CSB).

Em 09 de setembro de 1927, foi assinada a Lei 959 criando a Banda de Música composta de 32 elementos, além de aumentar 28 elementos na CSB.

Em 31 de agosto de 1930, foi assinado o Decreto Nr 9662 criando mais um pelotão na Companhia de Sapadores Bombeiros (CSB), com 60 homens destinados ao Destacamento de Juiz de Fora, que seguiu para a cidade chefiada pelo 1º Ten Vicente Rodrigues dos Santos.

Em 20 de fevereiro de 1931, por Decreto Nr 9867, foi aumentada uma Companhia, extinguindo a CSB e com as duas novas Companhias criando o Corpo de Bombeiros da Força Pública de Minas Gerais, que se instalou a 07 de março de 1931, com efetivo de 247 homens.

Em 04 de janeiro de 1934, foi desligado o Corpo de Bombeiros do quadro do pessoal da Força Pública, por Decreto-Lei Nr 11.186, assinado pelo então Interventor Federal, Benedito Valadares Ribeiro, passando o Corpo de Bombeiros a chamar-se Corpo de Bombeiros de Minas Gerais, ficando o mesmo subordinado à Secretaria do Interior e, posteriormente, à Secretaria de Segurança Pública, com a criação desta.

Em 26 de maio de 1934, foi assinado o Decreto-Lei Nr 11.361, fixando o efetivo do Corpo de Bombeiros de Minas Gerais para 300 homens, assegurando aos seus oficiais os mesmos direitos inerentes aos da Força Pública.

Em 23 de dezembro de 1942, por Decreto-Lei Nr 884, foi fixado o efetivo do Corpo de Bombeiros de 306 homens.

No dia 16 de outubro de 1951, foi sancionada a Lei Nr 756, pelo então Governador do Estado Juscelino Kubtschek de Oliveira, criando postos e aumentando o efetivo do Corpo de Bombeiros, sendo criada a Terceira Companhia e fixado o efetivo de 371 homens.

Em 01 de outubro de 1955, por Decreto-Lei Nr 1284, do Governador do Estado, foi criado o Departamento Técnico do Corpo de Bombeiros, com instalação imediata. Este departamento trouxe uma série de benefícios no aspecto técnico-profissional.

Em 29 de dezembro de 1958, por Decreto-Lei Nr 1860, do Governador do Estado, José Francisco Bias Fortes, foi aumentado o efetivo do Corpo de Bombeiros para 870 homens, sendo criadas, nesta ocasião, a 4ª Companhia e a Companhia de Comando e Serviços (CCS).

No mês de maio de 1961, no Comando do Coronel Raul Chaves Mendes, a Primeira Companhia foi transformada em Companhia de Prevenção, Salvamento e Proteção, com a finalidade de melhor desempenhar as atividades de salvamento e Proteção da Unidade.

No mês de julho de 1961, até o princípio do ano de 1962, funcionou no Corpo de Bombeiros o Curso Intensivo de Salvamento, ministrado aos Sargentos da Cia de Salvamento (CPSP); este curso serviu de base ao atual Serviço de Salvamento e Proteção. No dia 21 de novembro de 1962, por Decreto-Lei Nr 2641 do Governador do Estado José Magalhães Pinto, foi aumentado o efetivo do Corpo de Bombeiros, de 870 para 992 homens, sendo nesta ocasião criados novos postos, inclusive o de 1º Tenente Capelão.

Em 14 de dezembro de 1964, foi publicada a Lei Nr 3280, assinada pelo Governador do Estado, aumentando o efetivo do Corpo de Bombeiros de Minas Gerais, de 992 para 1916 homens.

No dia 25 de agosto de 1966, foi assinada a Lei Nr 4234, pelo Governador do Estado, reintegrando ao Corpo de Bombeiros à PMMG, sendo criada nesta época três Batalhões de Bombeiros, a Divisão Técnica, Manutenção e Transportes e a Divisão de Ensino com as seguintes seções: Seção Técnica Educacional, Corpo Docente, Seção de Apuração e Medidas de Aprendizagem, Seção de Seleção e Orientação Educacional, Seção de Estatística e Pesquisa Educacional, Seção de Planejamento Educacional, Companhia Escola, Setor de Esporte e Educação Física, Secretaria de Ensino, Biblioteca Educacional e Seção de Meios Auxiliares de Ensino, destinando-se à formação, aperfeiçoamento e especialização do pessoal do Corpo de Bombeiros, ministrando-lhe formação básica e complementar para o exercício de suas atividades, visando essencialmente o preparo do oficial subalterno à formação de inferiores e o adestramento de monitores, assegurando o pessoal, cultura técnica e intelectual, sobre a qual possa desenvolver-se a carreira profissional do Bombeiro.

A Divisão de Ensino visou, também, a formação do futuro componente da Unidade, selecionando-o e exercendo sobre ele uma ação educativa, capaz de garantir: criação e preservação de hábitos, atitudes e idéias indispensáveis ao mister Bombeiro, nível de cultura e caráter imprescindíveis à sua posição social, vigor físico necessário, aprimoramento do espírito de cooperação e capacidade de atuar em equipe.

Para o cumprimento de suas finalidades a Divisão de Ensino contou no seu Centro de Estudo com a Formação de Oficiais, Sargentos, Cabos e Soldados Bombeiros.

A Unidade foi reintegrada também com uma Divisão Técnica composta de nove seções, a saber: Seção de Planejamento de Prevenção e Combate a Incêndios, de Manobras D’águas, Seção Técnico Profissional, Seção de Química e Física, Seção de Engenharia, Seção de Estatística, Seção de Comunicações e Seção de Material Específico.

O Corpo de Bombeiros foi reintegrado com um Serviço de Manutenção e Transportes que tem sido, desde a sua criação, a alma das viaturas e uma grande fonte de poupança para o Estado.

Na gestão do Coronel Sebastião Duarte de Almeida (02Dez63 a 23Fev65), iniciou-se a construção do quarto pavilhão da Unidade, sendo terminada na Gestão do Coronel José Satys Rodrigues Vale (16Fev66 a 15Ago66). Este pavilhão está situado nos fundos do quartel, uma obra de 2.000 metros quadrados destinada, principalmente, à garagem da Prontidão de Incêndio com dois socorros, além de funcionar em seu pavimento térreo o almoxarifado, a P3 e a Biblioteca.

Até o final do ano de 1969, funcionaram no 1º Batalhão de Bombeiros as seguintes Sub-Unidades: 1ª, 2ª, 3ª, 4ª, 5ª e 6ª Cia, CCSV, Cias de Missões Especiais, sendo acumulado os respectivos efetivos nas 1ª, 2ª e 3ª Cias (CCSV). Esta transformação visou adaptar o 1º Batalhão de Bombeiros no mesmo padrão de organização dos Batalhões de Polícia.

Quanto à assistência social, o 1º Batalhão de Bombeiros sempre atingiu seus objetivos, porquanto, mesmo antes da reintegração o seu pessoal dispunha dos serviços da Polícia Militar.

 
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Origem do Nome "Sapador" na Companhia de Sapadores Bombeiros
 
 
A razão pela qual houve a denominação da Companhia de "Sapadores e Bombeiros", somente podemos explicá-la por analogia, ou melhor, por comparação e confronto, pois, sapador é o soldado que trabalha com sapa e sapa é uma pá de pau ou forro com cabo, de levantar terra cavada, como as dos Ribeirinhos. Sapador é o soldado que constrói galerias subterrâneas, minas, embora a palavra "sapa" significa também exame de Bombeiro. Nos serviços de salvamento dos Corpos de Bombeiros existe um grande número de ferramentas de "sapa" tais como: pás, alvião, enxada, picareta, enxadão, etc, e por extensão, no ano de 1926 denominaram a Cia Récem-criada como sendo de "Sapadores e Bombeiros", uma vez que os Bombeiros do Serviço de Salvamento e Proteção e mesmo os da Prontidão de Incêndio fazem, constantemente uso de tais ferramentas. Por outro lado, o nosso Exército faz uso de ferramentas de sapa, quando em instruções e em campanha, como também é do conhecimento de todos que existe a "Brigada de Sappeurs e Pompiers de Paris", (Brigada de Sapadores e Bombeiros de Paris).
 
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Origem do Estandarte
 
 

O Estandarte do Corpo de Bombeiros consiste numa bandeira retangular vermelha com um círculo azul no centro que contém armas do Bombeiro (Machadinhas cruzadas, em número de duas; duas linhas de mangueiras, com esguichos nas respectivas extremidades cruzando-se, sem contudo atingir os dois triângulos ( o triângulo do fogo dentro do triângulo branco dos inconfidentes e o contorno do triângulo do fogo, na área do triângulo branco com a inscrição "Libertas Quae Será Tamem"). Presos à base da pira olímpica se encontram dois ramos verdes de café e no laço branco está a inscrição "Minas Gerais". Partindo das bordas do círculo azul até os vértices dos quatro ângulos retos do retângulo vermelho, seguem quatro faixas amarelas. Presas junto ao terminal metálico do mastro vermelho e branco descem duas pontas formadas por um laço cujo nó se encontra ao terminal; em cada ponta estão as inscrições: Corpo de Bombeiros da Polícia Militar de Minas Gerais.

O significado de todo o estandarte é possível que esteja preso a alguma figura de heráldica; entretanto, pode conter também alguma interpretação mística relacionada com determinadas filosofias hermóticas dos tempos medievais.

O certo é que o triângulo do fogo (vermelho) significa três processos fundamentais de extinção do mesmo. As machadinhas significam o processo de extinção por isolamento; as linhas de mangueiras significam o processo de extinção por resfriamento; a pira olímpica não só significa o fogo olímpico, como, também, a luz da sabedoria como é do conhecimento dos intelectuais; é o discernimento de que é utilizado pelo Bombeiro para prestar com autenticidade os serviços que lhe são peculiares. O círculo azul significa água, como, também, pode significar a luz de determinadas filosofias ou doutrinas espiritualistas. A união das duas machadinhas cruzadas sobre a pira olímpica e as duas linhas de mangueiras ou ligações, indubitavelmente, são as armas do 1º Batalhão de Bombeiros, bem como os seus processos e métodos de extinção e ataque aos incêndios.

 
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Síntese histórica
 
 

1911 - SEÇÃO DE BOMBEIROS PROFISSIONAIS - Criada através da Lei 557 de 31 de agosto de 1911, efetivo retirado da Guarda Civil, sob o comando do Capitão Antônio Augusto de Oliveira jardim (31Ago1911 a 30Ago1912).

1912 - COMPANHIA DE BOMBEIROS DA FORÇA PÚBLICA - Criada através do Decreto 584 de 30 de agosto de 1912, sob o comando do Capitão Antônio Augusto de Oliveira Jardim (31Ago1912 a 15Mai1915).

1927 - Lei 959 de 09 de setembro de 1927, criação da Banda de Música do Corpo de Bombeiros.

1930 - Lei 9662 de 31 de agosto de 1930, criado em Juiz de Fora o Sétimo Sub Grupamento de Incêndio sob o comando do 1º Tenente Vicente Rodrigues dos Santos, atual 4º Batalhão de Bombeiros Militar, a data de instalação se deu no ano de 1973, pelo Decreto Nr 36.044 de 18 de setembro de 1994.

1934 - CORPO DE BOMBEIROS - Através do Decreto-Lei 11.186 de 04 de janeiro de 1934, desligou-se do quadro de pessoal da Força Pública.

1938 - Mudança do Corpo de Bombeiros para Rua Piauí.

1954 - Decreto 3539 de 02 de abril de 1954 -criação do Corpo de Bombeiros em Uberlândia, atual 5º Batalhão de Bombeiros Militar com sua instalação em 27 de janeiro de 1966.

1966 - Lei 4234 de 25 de agosto de 1966, reintegração do Corpo de Bombeiros à Polícia Militar de Minas Gerais.

1966 - Lei Estadual Nr 4.234 de 25 de agosto de 1966 e Decreto Federal Nr 66.862 de 08 de julho de 1970, Criação do Segundo Batalhão de Bombeiros, atualmente Segundo Batalhão de Bombeiros Militar.

1966 - Lei Estadual Nr 4.234 de 25 de agosto de 1966 e Decreto 18.588 de 08 de julho de 1977, criação do Terceiro Batalhão de Bombeiros, atualmente Terceiro Batalhão de Bombeiros Militar.

1975 - Criação do CCB (Comando do Corpo de Bombeiros ) através da Lei Nr 6624 de 18 de Julho de 1975, tendo como primeiro Comandante o Coronel PM Abraão Magalhães.

1975 - Os Batalhões de Bombeiros são denominados Grupamentos de Incêndios (1º GI, 2º GI e 3º GI).

1993 - Lei Nr 11.099 de 18 de maio de 1993, criação do Corpo Feminino com o efetivo inicial de 80 Bombeiros Femininos.

1999- Emenda à Constituição Nº 39, de 02 de Junho de 1999, desvinculação do Corpo de Bombeiros da Polícia Militar, atribuindo à Corporação a competência de coordenar e executar ações de defesa civil, perícias de incêndio e estabelecimento de normas relativas à segurança contra incêndios ou qualquer tipo de catástrofe, além de executar as demais atividades de prevenção e combate a incêndios e busca e salvamento. A promulgação da Emenda Nº 39 ocorreu em solenidade na Assembléia Legislativa do Estado de Minas Gerais, no dia 03 de Junho de 1999.

1999 - Em 09 de julho de 1999, por ato assinado pelo Governador do Estado, o Coronel BM José Maria Gomes foi nomeado Comandante-Geral do Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais, com retroação a 03 de Junho de 1999. A posse do primeiro Comandante-Geral ocorreu em 12 de Junho de 1999 em ato solene do Governador Itamar Augusto Cautiero Franco, no Palácio da Liberdade.

 
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Comandantes
 
 

CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DE MINAS GERAIS - CBMMG

- Cel José Honorato Ameno, de 28 de setembro de 2005 até hoje.

- Cel Osmar Duarte Marcelino, de 09 de abril de 2002 até 28 de setembro de 2005.

- Cel José Maria Gomes de 03Jun1999 09 de abril de 2002.

COMANDO DO CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DA POLICIA MILITAR DE MINAS GERAIS- CCBM

- Cel José Maria Gomes de 21Nov1997 a 03Jun1999

- Cel Hely Maurílio Pereira de 17Fev1997 a 21Nov1997

- Cel Antônio Luiz de Andrade de 02Fev1996 a 17Fev1997

- Cel Ricardo Belione de Menezes de 07Jan1994 a 02Fev1996

- Ten Cel Nilson Antônio Carvalho de 01Dez1993 a 07Jan1994

- Cel Fortunato Nazaré Ribeiro de 12Mar1993 a 01Dez1993

- Cel Geraldo Magela de Castro de 29Abr1992 a 05Mar1993

- Cel Jadir Paulo Rocha de 17Dez1991 a 29Abr1992

- Cel Leone Afonso Silveira de 19Jan1990 a 17Dez1991

- Cel João César Chiari Campolina de 23Fev1989 a 19Jan1990

- Cel José Barroso Resende Filho de 19Fev1988 a 23Fev1989

- Cel Silvio Cristo Moreira de 05Jul1985 a 19Fev1988

- Cel Walter Gonçalves de 28Set1982 a 05Jul1985

- Cel Cícero de Almeida Batista de 04Jun1981 a 28Set1982

- Cel Celso Sérgio Ferreira de 04Dez1980 a 04Jun1981

- Cel Décio Pereira da Silva de 05Mar1980 a 04Dez1980

- Cel Abraão Magalhães de 19Mai1976 a 05Mar1980

COMANDO DO CORPO DE BOMBEIROS DA POLICIA MILITAR DE MINAS GERAIS - CCB

- Ten Cel José Satys Rodrigues Valle de 16Fev1966 a 15Ago1966

- Coronel Pedro Nazareth de 23Fev1965 a 16Fev1966

- Coronel Sebastião Duarte de Almeida de 02Dez1963 a 23Fev1965

- Major Heitor Paratela de 21Fev1962 a 07Mai1962

- Coronel Raul Chaves Mendes de 04Abr1961 a 27Fev1962

- Ten Cel Aquino Alves Pereira de 07Mai1962 a 02Dez1963

- Coronel Joel Leri dos Santos de 10Jul1957 a 30Abr1961

- Ten Cel Adhemar Viana de Albuquerque de 12Abr1955 a 10Jul1957

- Coronel Paulo Renê de Andrade de 15Jun1951 a 12Abr1955

- Ten Cel José Oswaldo Campos Amaral de 05Jan1950 a 30Mar1951

- Ten Cel João Vieira da Silva de 06Mai1949 a 05Jan1950

- Ten Cel Benedito Joviano dos Santos Filho de 10Nov1948 a 08Mai1949

- Ten Cel Sandoval Coelho de Araújo de 03Fev1948 a 10Nov1948

- Ten Cel José Monteiro de Lima de 26Ago1947 a 31Out1947

- Ten Cel Lélio Augusto Fernandes da Graça de 25Mar1946 a 26Ago1947

- Major Egídio Benício de Abreu de 17Jul1945 a 25Mar1946

- Ten Cel Lélio Augusto Fernandes da Graça de 23Nov1944 a 13Jul1945

- Ten Cel João Batista Soares Júnior de 20Jan1944 a 23Nov1944

- Ten Cel Edson Neves de 25Set1943 a 20Jan1944

- Ten Cel Vicente Rodrigues dos Santos de 21Jul1942 a 22Set1943

- Ten Cel Laurentino da Conceição de 07Jul1938 a 20Jul1942

- Major José Antônio Praxedes de 15Fev1938 a 07Jul1938

- Major Marino Brandão de 26Jan1938 a 15Fev1938

- Ten Cel João Lopes de Oliveira de 07Set1937 a 10Jan1938

- Ten Cel Joaquim Gustavo da Paixão de 06Jun1936 a 27Set1937

- Cel Otávio Batista Diniz de 26Abr1936 a 06Jun1936

- Ten Cel José Pinto de Souza de 04Nov1934 a 25Abr1936

- Ten Cel João Câncio de Albuquerque de 08Jan1934 a 30Out1934


CORPO DE BOMBEIROS DA FORÇA PÚBLICA DE MINAS GERAIS

- Ten Cel Quintiliano de Campos valladares de 01Set1931a 08Jan1934

- Ten Cel Francisco de Campos Brandão de 3Mai1931 a 01Set1931

COMPANHIA DE SAPADORES BOMBEIROS

- Capitão João Lopes de Oliveira de 06Set1926 a 04Fev1931

SEÇÃO DE BOMBEIROS

- 2º Ten Geraldino José da Costa de 05Out1922 a 06Set1926

- 2º Ten João Lopes de Oliveira de 01Nov1921 a 05Out1922

- 1º Sgt Geraldino José de Oliveira de 06Mai1921 a 03Nov1921

- 2º Ten José Gabriel Marques de 31Jul1917 a 06Mai1921

- Alferes João Lopes de Oliveira Filho de 17Abr1915 a 31Jul1917

- Alferes Fulgêncio de Souza Santos de 16Mai1915 a 17Abr1916

COMPANHIA DE BOMBEIROS

- Capitão Antônio Augusto de Oliveira Jardim de 30 Ago1912 a 15Mai1915

SEÇÃO DE BOMBEIROS

- Capitão Antônio Augusto de Oliveira Jardim de 30 Ago1911 a 30Ago1912

 
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