Conheça um pouco da nossa história cultural.
 


 

 

 

 



Canção dos Bombeiros
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Hino do Corpo de Bombeiros
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Hino Nacional do Brasil
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Hino à Bandeira
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Histórico da Banda de Música do Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais

Canção dos Bombeiros
Música/Letra:  Ten Cel João Batista de Assis


coro

Soldado destemido
A lutar contra a chama sempre ardente
Que ao ouvir qualquer gemido
Salva o pobre o rico independente
É sua missão ser sempre forte
É seu labor tudo salvar
E ao temor que faz trazer a morte
É dever não se levar

I

Pelos campos desta Pátria
Que se chama Brasil
O soldado do fogo
Sempre varonil
Só saberá levar
Aos lares do sul ou do norte
Felicidade e boa sorte

coro

Soldado destemido
A lutar contra a chama sempre ardente
Que ao ouvir qualquer gemido
Salva o pobre o rico independente
É sua missão ser sempre forte
É seu labor tudo salvar
E ao temor que faz trazer a morte
É dever não se levar

II

Salve os Soldados Bombeiros
Que a Pátria Querida
Se atiram prazenteiros
A Salvar Guarida
De quem feliz nasceu
Sob o cruzeiro do Sul
D'um grande Céu, tão lindo e azul

coro

Soldado destemido
A lutar contra a chama sempre ardente
Que ao ouvir qualquer gemido
Salva o pobre o rico independente
É sua missão ser sempre forte
É seu labor tudo salvar
E ao temor que faz trazer a morte
É dever não se levar


<topo>
Hino do Corpo de Bombeiros
Música: CAP Leonidio F. Soares
Letra: DR. Lúcio Brandão


I

De corpo e alma na luta
Contra o incêndio destruidor
Nossa norma de conduta
É arrojo, fé sem temor

coro

Não trepidar, sobranceiros
Nem mesmo em face da morte
É do corpo de bombeiros
O lema sagrado e forte

II

Entre as chamas, destemidas
Ouvindo o clarim vibrar
Só nos dominas os sentidos
Um nobre anseio Salvar

coro

Não trepidar, sobranceiros
Nem mesmo em face da morte
É do corpo de bombeiros
O lema sagrado e forte


III

E finda a cada labuta
Sentimos a todo instante
Novos anseios de luta
Contra o Incêndio apavorante

coro

Não trepidar, sobranceiros
Nem mesmo em face da morte
É do corpo de bombeiros
O lema sagrado e forte


<topo>
Hino Nacional do Brasil 
Letra: Joaquim Osório Duque Estrada
Música: Francisco Manoel da Silva
 
I

Ouviram do Ipiranga às margens plácidas
De um povo heróico o brado retumbante,
E o sol da liberdade, em raios fúlgidos,
Brilhou no céu da Pátria nesse instante.

Se o penhor dessa igualdade
Conseguimos conquistar com braço forte
Em teu seio, ó liberdade,
Desafia o nosso peito a própria morte!

Ó Pátria amada,
Idolatrada,
Salve! salve!

Brasil, um sonho intenso, um raio vívido
De amor e de esperança a terra desce,
Se em teu formoso céu, risonho e límpido,
A imagem do Cruzeiro resplandece.

Gigante pela própria natureza,
És belo, és forte, impávido colosso,
E o teu futuro espelha essa grandeza.

Terra adorada,
Entre outras mil,
És tu, Brasil,
Ó Pátria amada!

Dos filhos deste solo és mãe gentil,
Pátria amada,
Brasil!

II

Deitado eternamente em berço esplêndido,
Ao som do mar e a luz do céu profundo
Fulguras, ó Brasil, florão da América,
Iluminado ao sol do Novo Mundo!

Do que a terra mais garrida
Teus risonhos, lindos campos têm mais flores;
"Nossos bosques têm mais vida",
"Nossa vida" no teu seio "mais amores".

Ó Pátria amada,
Idolatrada,
Salve! salve!

Brasil, de amor eterno seja símbolo
O lábaro que ostentas estrelado,
E diga o verde louro dessa flâmula
-Paz no futuro e gloria no passado.

Mas, se ergues da justiça a clava forte
Verás que um filho teu não foge à luta.
Nem teme, quem te adora, a própria morte.

Terra adorada,
Entre outras mil,
És tu, Brasil,
Ó Pátria amada!

Dos filhos deste solo és mãe gentil,
Pátria amada,
Brasil!


<topo>

HINO À BANDEIRA  

Letra de: Olavo Bilac (1865-1918)

Música de: Francisco Braga (1868-1945)

 
Salve lindo pendão da esperança!
Salve símbolo augusto da paz!
Tua nobre presença à lembrança
A grandeza da Pátria nos traz.

Recebe o afeto que se encerra
em nosso peito juvenil,
Querido símbolo da terra,
Da amada terra do Brasil!

Em teu seio formoso retratas
Este céu de puríssimo azul,
A verdura sem par destas matas,
E o esplendor do Cruzeiro do Sul.

Recebe o afeto que se encerra
Em nosso peito juvenil,
Querido símbolo da terra,
Da amada terra do Brasil! 

Contemplando o teu vulto sagrado,
Compreendemos o nosso dever,
E o Brasil por seus filhos amado,
poderoso e feliz há de ser!

Recebe o afeto que se encerra
Em nosso peito juvenil,
Querido símbolo da terra,
Da amada terra do Brasil!

Sobre a imensa Nação Brasileira,
Nos momentos de festa ou de dor,
Paira sempre sagrada bandeira
Pavilhão da justiça e do amor!

Recebe o afeto que se encerra
Em nosso peito juvenil,
Querido símbolo da terra,
Da amada terra do Brasil!

<topo>
Histórico da Banda de Música do Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais

A Banda de Música do Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais foi criada em 09 de setembro de 1927, pelo decreto 959, tendo como primeiro regente o 1o Sargento músico Balbino de Sousa, sendo atualmente uma das mais antigas e tradicionais Bandas Militares do Estado das Alterosas.

Desde a sua criação essa unidade Musical tem sido um elo de relacionamento com a Sociedade, participando das paradas, desfiles, solenidades cívicas e militares, executando músicas de estilos, pontuando as sempre brilhantes apresentações do Corpo de Bombeiros, além de possuir passado memorável na Corporação, quando era também responsável por educar musicalmente os soldados, cujas ordens de comando, eram transmitidas pelos toques de clarins, em plena ação contra o fogo.

Em 1964 sob a regência do saudoso Capitão Jonas, A Banda de Música do Corpo de Bombeiros Militar gravou seu primeiro LP, contendo a Canção do Bombeiro, Dobrados Sinfônicos e Marchas. Nessa mesma década em 1967, conquistou o primeiro lugar em um concurso de Bandas Militares, promovido pela antiga TV Itacolomy em Belo Horizonte.

Seu atual regente é o 1° Tenente BM Músico Elias Garcias e o seu efetivo é de 56 músicos.


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