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Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais

Emergência ligue: 193

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Centro de Formação investe na preparação de condutores de veículos de emergência

Único centro de preparação de motoristas para conduzir os veículos de emergência do Corpo de Bombeiros, o Centro de Formação de Condutores do 3º Batalhão, em Belo Horizonte, fechou o ano de 2014 com uma marca positiva: 236 militares, inclusive de outras corporações, foram credenciados para dirigir viaturas e atender as ocorrências geradas pela Central 193.

No ano passado, 135 militares que ainda não possuíam carteira de habilitação foram aprovados nos exames de legislação de trânsito e prática de direção veicular. Outros 101 que já possuíam a carteira de motorista, receberam uma instrução extra, chamada de credenciamento, para que pudessem dirigir os veículos da frota da corporação que possui hoje cerca de 1,1 mil viaturas. Em duas décadas de funcionamento o CFC já formou 1,7 mil motoristas nas categorias A,B,C,D e E. A maior parte deles, bombeiros militares que diariamente cruzam as ruas da capital e do interior a bordo das viaturas para fazer os atendimentos. Mas o centro de formação também atende militares de outras corporações como Polícia Militar, Exército e Aeronáutica.

Para treinar os novos condutores, o CFC possui uma frota de dois micro-ônibus, uma carreta, uma moto e dois carros de passeio. Segundo o diretor de Ensino do CFC, Aluno Paulo César, o processo de habilitação segue todas as normas do Detran-MG e é semelhante ao processo feito por todos os outros centros de formação de condutores. O candidato à primeira habilitação tem que fazer 45 horas do curso de legislação e prática de direção de 20 horas aulas. Se aprovado, no exame de direção, além de obter a carteira de motorista estará automaticamente credenciado a assumir o volante de uma viatura.

Todo o trâmite é feito pelo Centro de Formação de Condutores do 3ºBBM, apenas os exames médicos e psicotécnicos são feitos em clínicas credenciadas pelo Detran-MG, explica o diretor. “ Pelo fato de ser um bombeiro militar, o aluno já traz consigo cursos de especialização feitos dentro da corporação como resgate, salvamento em altura, salvamento terrestre e combate a incêndio, conhecimentos que são úteis para quem está indo para uma ocorrência deste tipo”, diz.

O diretor explica ainda que os futuros motoristas aprendem a operar o corpo de bomba, equipamento localizado dentro do caminhão de combate a incêndio e que tem a função de fazer com a água chegue com pressão até a ponta do esguicho. Para o Aluno Paulo César, o candidato a motorista deve possuir três habilidades para dirigir: segurança, habilidade e decisão. Se o motorista não tiver essas condições mínimas não haverá condições de atender a ocorrência “, afirma.

Sirene

Durante o período de adaptação para ser credenciado a dirigir uma viatura, o aluno do CFC aprende alguns códigos para o deslocamento das viaturas após um acionamento. “Se a ocorrência for corriqueira e sem gravidade, as viaturas devem transitar apenas com o farol ligado, se forem de médio risco, o condutor deve circular com o farol e o giroflex ligados. Se a ocorrência envolver risco de vida, é obrigatório que o condutor ligue também a sirene para abrir caminho no trânsito e chegar mais rápido ao local da ocorrência ou ao local para onde a vítima será transportada”, explica do Aluno Paulo César.

Apesar de possuir a sede na Capital, os Batalhões do interior também são atendidos, baseados em um planejamento anual. Equipes de instrutores e examinadores se deslocam até a cidade para treinar e avaliar os inscritos. Atualmente 48 alunos estão sendo treinados no CFC para obtenção de carteiras B (Unidades de resgate, salvamento e viaturas administrativas) e categoria E (carretas).

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